A very special gift...
Não, não é o meu aniversário. Esta foi a minha prenda de aniversário à dois anos atrás...
Acabei de rever novamente.
Obrigado a ti pelo presente mais lindo que já recebi. Adorei. ;)
My Sky
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22 abril, 2010
Praia?
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18 abril, 2010
Já foi em tempos praia de eleição da realeza até ser trocada pelas praias de Cascais. A praia ribeirinha de Algés hoje está demasiado poluida, demasiado suja para se pensar sequer em pisar as suas areias. Praia fantasma onde vale a pena ir só pelo passeio tranquilo à beira Tejo. Para quando a reabilitação?
Caracol
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14 abril, 2010
Dragoeiro
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13 abril, 2010
O Palácio Ribamar, em Algés, é um edifício monumental do século XVIII que olha o Tejo com ar austero. Em toda a sua história, viu passar por si mil e uma ocupações e hoje em dia serve para vários propósitos, sendo um deles a excelente biblioteca, que volta e meia costumo frequentar. :)


Nos seus jardins existem ainda algumas árvores centenárias, entre elas a Dracaena Draco, vulgo Dragoeiro. Na realidade é esta árvore fabulosa o mote para este post, não por ser uma espécie em perigo de extinção, não por ter um aspecto estranho, não pelas suas origens, sim pela sua carga mitológica...



O seu nome, Draco, Dragão, Árvore do Dragão, tem origem na fascinante mitologia Grega.
O décimo trabalho de Hécules era colher as maçãs de Hespérides. Mas, para cumprir esta tarefa aparentemente simples, segundo Atlas, Hèrcules teria de vencer uma batalha com o dragão. Hércules venceu, matou o dragão, o seu sangue escorreu para a terra e nesse local nasceu uma árvore de seiva vermelha, o Dragoeiro.
:D
O décimo trabalho de Hécules era colher as maçãs de Hespérides. Mas, para cumprir esta tarefa aparentemente simples, segundo Atlas, Hèrcules teria de vencer uma batalha com o dragão. Hércules venceu, matou o dragão, o seu sangue escorreu para a terra e nesse local nasceu uma árvore de seiva vermelha, o Dragoeiro.
:D
Castellón de la Plana
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08 abril, 2010
É inevitável. Quando vou a um sítio que não conheço, ando sempre de nariz no ar, com todos os inconvenientes que daí possam surgir... mas é mais forte do que eu...
Castellón é uma cidade pertencente á comunidade Valenciana, com vista para o Mediterrâneo. Não é bonita, não é muito agradável, mas do pouco que tive oportunidade de conheçer, acaba por ter os seus encantos. Uma praça com esplanadas aqui... um recanto com miúdos a brincar ali... uma arquitectura tipicamente espanhola, pesada no geral, encantadora em alguns casos. Mas numa coisa é sem dúvida fabulosa, como em todos os locais que já conheçi de Espanha, fervilha de gente, de movimento.
Castellón é uma cidade pertencente á comunidade Valenciana, com vista para o Mediterrâneo. Não é bonita, não é muito agradável, mas do pouco que tive oportunidade de conheçer, acaba por ter os seus encantos. Uma praça com esplanadas aqui... um recanto com miúdos a brincar ali... uma arquitectura tipicamente espanhola, pesada no geral, encantadora em alguns casos. Mas numa coisa é sem dúvida fabulosa, como em todos os locais que já conheçi de Espanha, fervilha de gente, de movimento.









Toda esta zona pareçe o Algarve, não em paisagem, não em praias, mas em laranjais. Hectares e hectares de laranjais a perder de vista, a roubar encostas, na planície, em socalcos... Eu provei... até nem são más, mas o sabor e a doçura não chega aos calcanhares da laranja algarvia. ;)
Mosaic
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04 abril, 2010
Sempre gostei de ver paredes forradas a pastilha. Pequenas peças, que em conjunto formam mosaicos de cores e padrões de combinações imensas. Estas foram as minhas mais recentes descobertas... desde contas de vidro que reflectem a luz, levando para dentro de casa todas as cores do arco-íris, ao aspecto rústico e quente da madeira.





Uma parede não tem de ser monótona, inerte... pode ter vida, seja com a pintura, seja com a decoração, seja com detalhes em pastilha... e neste aspecto, o difícil é escolher!
Cor, tanta cor...
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24 março, 2010
Com o calorzinho e o sol que tem estado nos últimos dias, tudo ficou florido. Apontamentos de cor que nos deixam com um sorriso nos lábios e nos fazem respirar fundo para melhor sentir o aroma...





Invariavelmente, o respirar mais fundo faz-me desatar a espirrar, mas isso é um pequeno pormenor negativo perante os muitos pormenores coloridos... Atchimmmm.
Beloura
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23 março, 2010
Bolo de Abóbora & Tangerina
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10 março, 2010
A última abóbora trazida do Alentejo foi aberta. Foi sopa. Foi acompanhamento. Foi bolo. :D
A massa rendeu bastante, e eu pensei que seria melhor dividir por duas formas. Mal pensado. Não cresceu muito e como resultado, duma forma resultou uma espécie de rosca gigante, da outra forma resultou um bolo de aspecto normal... de sabor suave.
A massa rendeu bastante, e eu pensei que seria melhor dividir por duas formas. Mal pensado. Não cresceu muito e como resultado, duma forma resultou uma espécie de rosca gigante, da outra forma resultou um bolo de aspecto normal... de sabor suave.

Quando trinquei a primeira fatia, fiquei com a sensação que faltava qualquer coisa, qualquer sabor de contraste. Chocolate. Eu sei, sou gulosa, mas resultou às mil maravilhas.


800 g de abóbora
4 tangerinas
150 g de açúcar mascavado
80 g de amêndoa moída
100 g de manteiga
120 g de farinha
3 ovos
1 colher de chá de fermento em pó
Cortei a abóbora em pedaços pequenos para um tacho e juntei a manteiga, a raspa e o sumo das tangerinas. Levei o tacho ao lume até a abóbora ficar cozida, reduzi a puré e deixei arrefecer.
Bati as gemas com o açúcar, juntei a farinha, o fermento, a amêndoa moída, e o puré da abóbora. Misturei muito bem e adicionei as claras batidas em castelo.
Barrar com manteiga um forma, deitar dentro o preparado e levar ao forno a 200 graus, para cozer durante 1 hora (verificar com um palito).
Desenformei. Decorei com aquele chocolate vindo da Holanda.
Comi. Comi. Comi. Nhamm
Desenformei. Decorei com aquele chocolate vindo da Holanda.
Comi. Comi. Comi. Nhamm
Palácio dos Anjos
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08 março, 2010
O Palácio dos Anjos em Algés é um espaço muito agradável. O seu restauro, aliando o antigo e o moderno, está em termos arquitectónicos muito bem conseguido. Espaço de arte, que convida a um passeio por entre os canteiros de aromáticas, a tomar um café na esplanada, a ler o jornal num dos muitos recantos, a ver as exposições no Centro de Arte Manuel de Brito...






Foi o que fiz assim que o Sol se lembrou de apareçer...










